terça-feira, 3 de setembro de 2013

FORMATURA DO PROERD: A ESCOLA E A POLÍCIA MILITAR NA PREVENÇÃO AO USO DAS DROGAS!





Aconteceu dia 22 de agosto de 2013, à noite, no salão da Igreja Batista da Pampulha (que foi gentilmente cedido pelo pastor Cláudio), a formatura de mais uma turma do PROERD,  formada por alunos dos 5º e 6º anos,após 3 meses de curso.

Segue abaixo o pronunciamento feito pela Isa, diretora da escola, no qual ela resume muito bem quais os objetivos deste programa da Polícia Militar de MG, em parceria com as escolas:


"Boa noite!
É com grande alegria que estou aqui hoje. E em nome da Escola Municipal José Madureira Horta, eu gostaria de agradecer a Polícia Militar pela oportunidade de oferecer aos nossos alunos o PROERD - Programa Educacional de Resistência às drogas.

Quero ressaltar que esta é uma formatura especial, porque celebra a vida. Ensinar nossas crianças e adolescentes a resistirem às drogas é dizer sim à vida. É dizer sim à uma vida de realizações. É dizer não à uma vida de ilusões, de castelos de areia que logo se desmoronam.

É fato que hoje as drogas são o principal estopim das desavenças, dos crimes e da maior preocupação das famílias. Basta ligar a TV para ver o quanto a violência insiste em bater à porta das escolas.
E é com parcerias como esta que conseguiremos lutar de forma pacífica, em nossas escolas, contra as drogas. Precisamos contar, acima de tudo, com a educação que a família transmite, pois a escola não educa sozinha. Por isso, pais e mães, estejam conosco. Venham à escola saber sobre seus filhos. Conversem com seus filhos sobre a escola e sobre a vida.

A vocês, queridos alunos, que hoje estão recebendo o certificado do PROERD, saibam o quanto ficamos felizes com a participação de vocês. Sejam disseminadores desse projeto. Tenham orgulho de poderem dizer em voz alta: EU RESISTO ÀS DROGAS! EU NÃO USO DROGAS!
Talvez vocês não possam avaliar hoje o quanto essa formação do PROERD os ajudará. Mas tenham certeza de que esta formatura será um marco na vida de cada um. Tirem proveito dos ensinamentos que receberam.

Ao Karlisson, nosso policial parceiro, agradecemos por sua disponibilidade, interesse e contribuição de forma pedagógica com nossa escola. Ficamos felizes em saber que temos profissionais que engrandecem o nome da policia militar.
A todos vocês, muito obrigada pela presença. Contem sempre conosco.


Isa Saraiva "

Início da solenidade, ao som do Hino Nacional.



 Pais e alunos demonstraram interesse e emoção.


Policial instrutor Karlisson, muito querido entre os alunos.


Premiação dos autores dos melhores textos sobre o assunto.

Karlisson, Yara, Denise e Isa - profissionais envolvidos no projeto.
Reconhecimento e agradecimento dos pais.




Banda e grupo de dança animaram o evento.
É isso!
 Todos juntos, preparando nossas crianças e adolescentes para uma vida feliz! 



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Soltar pipas com segurança é muito mais divertido!!!


Soltar pipa é uma das brincadeiras mais tradicionais e  preferidas da criançada. É divertida, envolve competição, desenvolve inúmeras habilidades, reúne amigos... 


Mas, sem os devidos cuidados, pode causar acidentes graves e problemas no fornecimento de energia.

            Os pais são responsáveis pelas atitudes e segurança das crianças e devem orientá-las sobre os perigos que correm. Espaços abertos e sem rede elétrica, afastados de ruas e avenidas movimentadas, são os locais ideais para soltar pipa. E sempre sem o cerol, para evitar ferimentos em quem brinca e em quem está passando por perto, principalmente os ciclistas e motociclistas.


PRINCIPAIS DICAS DE SEGURANÇA:

  • Não solte pipas em dias de chuva, principalmente se houver raios e relâmpagos.
  • Evite brincar perto de antenas, fios telefônicos ou cabos elétricos. Procure locais abertos como praças e parques. E se a pipa enroscar em fios, não tente tirá-la. É melhor fazer outra. Nunca use canos, vergalhões ou bambus. Jamais utilize linha metálica, como fio de cobre de bobinas. Também não faça pipas com papel laminado. O risco de choque elétrico é grande.
  • Tente soltar pipa sem rabiola, como as arraias. Na maioria dos casos, a pipa prende no fio por causa da rabiola.  

  •  Não empine pipa em cima de lajes e telhados. O risco de cair é grande.
  • Cuidado com ruas e lugares movimentados, principalmente quando andar para trás ou correr. Você pode tropeçar em algum buraco ou ser atropelado.
  • Atenção especial com os motociclistas e ciclistas — a linha pode ser perigosa para eles. Só este ano, 39 pessoas foram atendidas nos hospitais de Belo Horizonte com ferimentos graves causados pela linha com cerol, fabricado com vidro e cola, ou a linha chilena. Alguns chegaram a óbito.

     E não se esqueça:
        
O uso do cerol é proibido por uma lei municipal e outra estadual. Os infratores ou responsáveis por menores que se envolverem em acidentes relacionados com o uso do cerol serão responsabilizados e poderão receber multas de até R$1.500,00. Se houver vítimas, serão indiciados criminalmente.

 Em caso de denúncia, disque 181 ou 190 (polícia militar).



BRINQUE E DIVIRTA-SE, SEM RISCOS!!!

Agora é com você: poste um comentário sobre o tema citando os 2 principais  cuidados que se deve ter ao soltar pipas e falando um pouco sobre sua experiência com esta brincadeira.


terça-feira, 23 de julho de 2013

"DIA JUNINO"




Foi pura animação!
Este ano  resolvemos fazer diferente: a nossa festa junina foi só interna, apenas para nossos alunos.
Ela aconteceu na sexta-feira, dia 19, durante o horário de aula de cada turno. E foi muito legal!

Os convidados estavam lindos!!!








Cada aluno recebeu 5 fichas de brincadeiras para se divertir nas variadas barraquinhas. E toda vez que acertava, ganhava um brinde surpresa.





















A quadrilha improvisada alegrou e divertiu!





                           E de merenda foi servida uma deliciosa canjica.

Valeu!!!
"Inté" o ano que vem!!!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Brasil acorda com protestos em todo o país





 Dezenas de milhares de brasileiros participaram de manifestações nesta segunda-feira, 17/06,  nas maiores cidades do país, para protestar contra o aumento das tarifas dos transportes e os gastos com a Copa do Mundo de 2014 em detrimento dos serviços públicos.

Em São Paulo, ao menos 65 mil pessoas participaram dos protestos, que ocuparam dois pontos distintos da cidade.
 No Rio de Janeiro, outro grande protesto tomou conta de toda a avenida Rio Branco. Especialistas da Coppe/UFRJ avaliaram em 100 mil o número de participantes.

Em Brasília, manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios e centenas ocuparam o teto do Congresso Nacional.

 As manifestações reúnem diversos movimentos de contestação, que vão daqueles que protestam contra o aumento das tarifas dos transportes coletivos aos que condenam os gastos com os eventos esportivos sediados no Brasil.
 Em Belo Horizonte, onde o protesto reuniu cerca de 30 mil pessoas, segundo seus organizadores, a marcha partiu da  Praça Sete e seguiu até próximo à UFMG. A polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes para impedir que o movimento chegasse ao Mineirão, onde Nigéria e Taiti jogavam pela Copa das Confederações.

Convocadas através das redes sociais, as reivindicações não têm vínculo político. Com gritos de "não tenho partido", a maior parte dos manifestantes é composta por jovens estudantes, mas participam ativamente também pessoas de todas as idades e classes sociais.

"Eu vim porque quero que o Brasil acorde. Não é apenas contra a alta dos preços dos transportes, mas pela educação e pela saúde", disse à AFP Diyo Coelho, 20 anos, que participava de uma passeata junto a um grupo de amigos em São Paulo, que levavam flores brancas nas mãos.


Do alto dos prédios comerciais, pessoas jogavam papéis brancos em apoio aos manifestantes.

Apesar de pacífica na maior parte do tempo, alguns incidentes aconteceram e confrontos entre um grupo pequeno de manifestantes e policiais foram reprimidos com bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha. No Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, os incidentes foram mais sérios, com depredações e uso de bombas molotov.
 Mas a grande maioria dos integrantes das passeatas  e suas lideranças rejeitam este tipo de manifestação e reafirmam que o movimento é de paz e que qualquer tipo de violência será rejeitada por eles.



 Estas são as maiores manifestações de rua no Brasil em 21 anos, desde os protestos de 1992 contra a corrupção do governo do então presidente Fernando Collor de Melo, que renunciou durante o processo de impeachment.
  
Fonte: Uol notícias