terça-feira, 16 de setembro de 2014

PROJETO DESPERDÍCIO ZERO



Enquanto milhões de pessoas passam fome em nosso país e no mundo, desperdiçamos quilos e quilos de alimentos diariamente, muitas vezes por não sabermos aproveitar bem tudo que está à nossa disposição.
Diante disso, surgiu a necessidade de conscientizarmos os estudantes que almoçam na escola, sobre a importância de uma alimentação saudável e do não desperdício de alimentos, tanto na escola, como em casa. Agindo dessa maneira, além de gerar uma economia financeira, não faltará alimento para quem está com fome.
Para isso,  as crianças precisam conhecer o que está sendo servido e aprender a montar seu prato com a proporção adequada, tanto de variedade, quanto de quantidade.
Assim, naturalmente, elas se tornam agentes multiplicadores de informação,  influenciando amigos e familiares a tomarem a mesma atitude. 

Esse projeto teve início este ano, no 1º turno, e envolve vários segmentos da escola: cantineiras, alunos e monitores da escola integrada e regular, agente de saúde, nutricionista da regional Pampulha, professores.

Ramona, agente de saúde da escola.
Equipe de cantineiras, responsáveis pelo almoço.

Um grupo voluntário de alunos da escola integrada ajuda no horário do almoço: são os monitores. Eles trabalham em duplas e desenvolvem diversas funções:
Fiscais de banheiro
Fiscais de mesas
Fiscais de estufas e travessas
Fiscais de fila e crachá.





Várias ações foram desenvolvidas para sensibilizarmos os alunos durante a implantação do projeto:
  •  Pesquisa na internet sobre o desperdício de alimentos versus quantidade de pessoas que passam fome no Brasil.




  • Oficinas de alimentação saudável.
  • Palestras com nutricionista sobre os diversos tipos de alimentos saudáveis e também sobre os que fazem mal à nossa saúde.



E com apenas alguns meses de funcionamento, já podemos ver os resultados. Os alunos estão comendo uma maior variedade de alimentos, não deixam sobrar comida no prato, sabem se comportar bem à mesa, trazem lanches mais saudáveis para a hora da merenda, ou seja, melhoraram em muito seus hábitos alimentares.




 Parabéns à equipe do Saúde na Escola, coordenada pela Ramona.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Resgatando valores

Nós, professoras do 1º ciclo, iniciamos em 2014 o projeto "Resgatando valores", visto que  percebemos a necessidade de nossos alunos prestarem mais atenção nas "boas atitudes" que estão acontecendo no mundo, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos na atualidade. 

Estamos tentando plantar uma sementinha do bem em cada aluno, para que eles se tornem mais sensíveis aos problemas que os cercam. Buscamos também trabalhar os direitos e deveres de cada um, pois acreditamos que, se todos se respeitarem, o mundo será melhor.

Fizemos algumas campanhas, que deram bons resultados: 
  • Recolher materiais de higiene para o asilo, que foram entregues junto com cartinhas carinhosas...
 




  • Recolher agasalhos e cobertas para os moradores de rua do nosso bairro se protegerem do frio:

  • Oferecer uma flor, um sorriso e  um abraço a uma pessoa desconhecida:

  •  E estamos recolhendo LACRE de latinhas para contribuirmos com a campanha "LACRE SOLIDÁRIO", que ganhou o prêmio Bom Exemplo, da rede Globo:


 Júlia (vencedora do concurso), sua família e a coordenadora Regina, conversando com os alunos sobre sua vontade de ajudar pessoas com necessidades especiais.
 Alunos e professoras do 1º ciclo.

E o projeto do lacre solidário deu tão certo, fazer o bem é tão contagiante, que se espalhou pela escola e agora conta com a participação dos alunos do 2º ciclo.










Desejamos que cada um possa, do seu jeito, com pequenas atitudes, ajudar a construir um sociedade mais justa e feliz! 
Junte-se a nós!  Qualquer ajuda e qualquer ideia é bem vinda! 

Adriana Padilha - professora do 1º ciclo/manhã

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Atitudes racistas em nossa sociedade - Até quando???



Ofensas racistas em estádios de futebol, como as sofridas pelo goleiro do Santos, Aranha (foto acima), na última quinta-feira (28/08/14), em Porto Alegre (RS), ou casos como o do homem negro que decidiu tirar a calça dentro do Salvador Shopping, na capital baiana, para provar que não tinha roubado uma das lojas, deixam os brasileiros perplexos, mas também fazem lembrar que o crime de racismo ainda é presente na sociedade brasileira.


E essas ofensas são bastante comuns também nas redes sociais:  nesta mesma semana, na cidade mineira de Muriaé, um jovem casal foi hostilizado após publicar uma foto (acima). Nela, um adolescente branco abraça a namorada negra. A imagem gerou uma enxurrada de comentários racistas.




Cada vez mais, aos olhos da maioria das pessoas, o racismo aparece como algo absolutamente inaceitável, principalmente em uma sociedade como a nossa, que é de maioria negra. E a frase abaixo deve ser o lema de uma sociedade mais justa:



Racismo não é brincadeira, é um crime. Está previsto em lei e deve ser punido.


E as denúncias ainda são a melhor forma de combater essas ações discriminatórias.

De acordo com a Seppir (Secretaria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial), do governo federal com status de ministério, o número de denúncias de racismo dobrou nos últimos anos:
em 2011,  recebeu 219 denúncias; em 2012, esse número pulou para 413 e, no ano passado, chegou a 425. Neste ano, até julho, foram 125 comunicados. Para a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, as denúncias de racismo aumentam pela indignação e conscientização da população,  que se sente mais encorajada a denunciar.


Recentemente, um caso de racismo terminou em condenação do agressor. O médico psicanalista Heverton Menezes foi condenado a pagar R$ 50 mil por racismo a uma funcionária de um cinema, após dizer que a vítima deveria morar na África para cuidar de orangotangos. 




Como fazer uma denúncia em casos de racismo
Para registrar denúncia na Secretaria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, o denunciante pode ligar para (61) 2025-7004. Ou pelo email sic@seppir.gov.br. É importante fazer também uma ocorrência policial, de preferência no momento da agressão.

Vamos acabar com essa prática! Denuncie!

sábado, 16 de agosto de 2014

Diga não ao cerol!


Essa é a mensagem que a prefeitura de Belo Horizonte divulga na campanha contra o uso de cerol nas dependências do Parque Ecológico da Pampulha.

Como o parque é perfeito para soltar pipas, o local realiza um constante combate ao uso de cerol e fios cortantes. Todo material apreendido é utilizado em atividades de educação e conscientização do público, especialmente das crianças. 

Fique atento e compartilhe essa ideia! Saiba mais: http://ow.ly/AjTcO

Foto: Daniel Alves

quarta-feira, 14 de maio de 2014

COPA DO MUNDO 2014 - O QUE TEMOS PARA COMEMORAR?



A Copa do Mundo começa daqui a alguns dias (12/06) e o que queremos realmente saber é se esse grande evento será bom para o Brasil e para sua população. Leia o texto abaixo, inclusive as charges, e depois poste sua opinião no blog.

Alguns pontos positivos da Copa 2014:
- O Brasil passa a ser mais conhecido por pessoas de vários locais do mundo.
- A Copa do Mundo atrai grande quantidade de turistas para o país, gerando melhorias/lucros na rede de hotéis, restaurantes, pontos turísticos, aumentando empregos e gerando renda para os brasileiros.
- Maior investimento do governo em infraestrutura: meios de transporte, aeroportos, estradas, viadutos, obras de sinalização e promoção de acessibilidade...
- Aumento de investimentos de empresas ligadas direta ou indiretamente ao futebol,  gerando renda e empregos para a população.
- Se a Copa do Mundo de Futebol for um sucesso, a imagem do país no exterior pode melhorar muito, atraindo novos investimentos e turismo.
- Melhorias no sistema de telecomunicações, principalmente internet e celulares.
Agora, alguns pontos negativos:

- Altos preços de ingressos, diárias de hotéis e serviços, o que impossibilita a participação de grande parte da população brasileira.
- Se o evento não for bem sucedido, o Brasil poderá ser visto como um país desorganizado e ineficiente, diminuindo a confiança e os investimentos estrangeiros.
- Enormes gastos em construções de alguns estádios em regiões do Brasil (principalmente centro-oeste e norte), que depois da Copa não terão o devido aproveitamento.
- Dinheiro público usado na Copa poderia ter sido aplicado em áreas muito necessitadas: saúde, educação e segurança, gerando insatisfação popular.
- Demora na realização das obras, superfaturamento, corrupção, desvio de dinheiro público...

- Possível aumento da exploração sexual de crianças e adolescentes.